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Para ajudá-lo a utilizar melhor esses recursos, procuramos responder abaixo a algumas perguntas frequentes. Escolha a área de pesquisa e faça sua consulta. Se a dúvida persistir, envie sua mensagem pela seção Fale Conosco.
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A casa sob os pontos de vista estrutural e de habitabilidade. Confira as respostas para as dúvidas mais frequentes.
Qual é a função das fundações?As fundações “recebem” todas as cargas da edificação e as distribuem para o solo.
Basicamente, as fundações são divididas em: superficiais e profundas. Entre as superficiais as mais comuns são as sapatas corridas e o radier. As profundas mais utilizadas são as estacas ou brocas - moldadas no local ou pré-moldadas.
Não. Só o projetista estrutural, que conhece as cargas do edifício e de posse do relatório de sondagem do terreno, pode avaliar qual é o melhor tipo de fundação para a edificação.
É o conjunto de partes que trabalham em conjunto para resistir e transmitir para as fundações as cargas incidentes em uma edificação.
Os tipos mais comuns de estrutura utilizados em residência são:
Sim. Como as cargas são distribuídas por toda a extensão das paredes, cortes ou remoção de paredes acarretam um acumulo de esforços nas outras paredes, causando trincas ou mesmo desmoronamentos. É possível prever, no momento do projeto, as paredes que eventualmente o proprietário queira remover – exemplo: parede de um quarto opcional que, se removida, amplie a sala de estar. Neste caso, o Projetista Estrutural cria elementos (pilares, vigas) que “desviam” as cargas dessas paredes transformando-as em paredes comuns de vedação.
Como esse sistema é composto por peças modulares (blocos), não é necessário cortar ou quebrar blocos eliminando perdas e retrabalhos. Além disso, como os blocos são vazados, as instalações elétricas são embutidas durante a execução, eliminando o quebra-quebra de paredes.
A resposta está em quatro palavras: “pense antes de construir”. Desde a concepção da edificação, deve-se levar em conta a modulação dos blocos, garantindo que os ambientes tenham medidas múltiplas dessa modulação e eliminando a necessidade de quaisquer ajustes nos blocos. Os projetos: estrutural, de instalações elétricas, hidráulicas, telefone etc., devem ser executados ANTES do início da obra e compatibilizados entre si, evitando soluções de última hora e conseqüentes retrabalhos.
Os blocos devem ter qualidade e ser produzidos dentro das normas técnicas brasileiras, conforme assegura o Selo de Qualidade ABCP para blocos de concreto.
Eles devem ser descarregados com cuidado para evitar quebras de cantos. O armazenamento deve ser feito em local plano e protegido das chuvas (blocos molhados são difíceis de assentar, pois amolecem a argamassa).
O assentamento das primeiras 5 fiadas deve utilizar argamassa com aditivo impermeabilizante, evitando que respingos de chuva ou da umidade que passou pelas fundações subam pelas paredes.
As juntas devem ter espessura conforme especificado em projeto (geralmente 1 cm), garantindo a distribuição dos esforços e as dimensões dos ambientes.
Finalmente, os mesmos cuidados para execução de uma parede comum de vedação devem ser tomados: prumo, alinhamento, esquadro etc.
É um processo construtivo que utiliza moldes (fôrmas) e que prevê a execução (concretagem) de todas as paredes de uma só vez. As paredes podem receber todas as instalações (que são embutidas), além das portas e janelas, antes da concretagem. Após a desforma, a unidade estará pronta para receber o acabamento.
Velocidade, durabilidade e controle da qualidade. Por ser racionalizado, o processo de construção conta com um número menor de etapas, agilizando a execução e facilitando o controle da qualidade. É possível executar todas as paredes de uma casa com 40m² em apenas um dia. E as características do concreto propiciam edificações com elevada durabilidade.
Por ser um sistema racionalizado, sua viabilidade depende da repetividade e da escala. Em outras palavras, este é um sistema para um grande número de unidades, com alto índice de padronização e com prazo reduzido de construção.
Existem vários tipos de materiais empregados na fabricação de moldes para paredes de concreto: metal, metal+madeira compensada, plástico, alumínio, cada um com características próprias de montagem, durabilidade, peso, custo etc. O tipo de fôrma mais adequado para cada empreendimento deve ser estudado caso a caso. A “Coletânea de Ativos de Parede de Concreto” disponibiliza um “Modelo de decisão -Fôrmas” que auxilia nessa escolha.
O principal ponto a ser trabalhado é a cobertura, pois ela recebe sol durante todo o dia. Pintar as telhas com cores claras é uma solução simples, que diminui a absorção de calor e, conseqüentemente, retarda o aquecimento do ar embaixo do telhado. O uso de forro ou laje é fundamental para manter esse ar quente abaixo do telhado longe dos ambientes.
Manter janelas abertas durante o dia, principalmente no final das tardes, ajuda na retirada do calor acumulado nos ambientes. Nas paredes com face norte – que recebem luz solar durante praticamente todo o dia – o uso de cores claras também é preferível. Evite o excesso de móveis por ambiente, pois eles dificultam a circulação do ar.
As paredes dos sistemas construtivos à base de cimento têm bom desempenho acústico, pois possuem “massa” suficiente para atenuar o som do exterior. Na maioria das vezes, o som passa por frestas de portas e janelas ou pelo telhado. Uma forma de testar isso é vedar essas frestas com fitas ou panos e verificar se o barulho diminui. Em caso positivo, vale a pena investir na troca das vedações ou mesmo de toda a esquadria por uma de melhor qualidade.
Essas são manchas de mofo, formadas por presença de umidade e ausência de luz. Procure deixar janelas e portas abertas durante o dia (principalmente nos dias ensolarados). Afaste regularmente armários e estantes dessas paredes, permitindo que elas “respirem”. Para remover essas manchas, utilize um pano umedecido com uma parte de água sanitária para duas partes de água.
Confira responsabilidades e padrões técnicos para a construção da calçada ideal.
O que é uma calçada?![]() |
| calçada com pavimento intertravado |
De acordo com a NBR 9050:2004, a calçada é a parte da via normalmente segregada e em nível diferente reservada ao trânsito de pedestres, portanto, não destinada à circulação de veículos. Quando possível, serve também à implantação de mobiliário, sinalização, vegetação e outros fins, conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro.
Conforme a sua dimensão, a calçada pode ser dividida em três faixas de uso: faixa de serviço, faixa livre e faixa de acesso aos imóveis. Como a principal função da calçada é garantir o tráfego de pedestres, a faixa livre é a mais importante e deve ser assegurada.
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| faixa livre: obrigatória |
A faixa de circulação livre é obrigatória. A implantação das demais depende dos seguintes aspectos: calçadas com largura mínima de 1,20 m devem garantir plena acessibilidade aos pedestres, incluindo pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Se a calçada tiver entre 1,20 m e 1,90 m, sugere-se que a faixa livre tenha no mínimo 1,20 m e a faixa de serviço, 0,70 m. No caso de calçadas com largura superior, as três faixas são admitidas, desde que respeitadas as dimensões citadas.
Os problemas que precisam ser solucionados são as chamadas barreiras arquitetônicas e obstáculos à circulação de pedestres, tais como buracos, pedras soltas, pisos escorregadios, irregulares, degraus, desníveis, saliências, raízes expostas, entulho, lixo, postes, telefones, floreiras e outros obstáculos.
A calçada ideal deve oferecer ao pedestre a condição de andar com segurança e conforto. Isso é possível pela escolha de materiais adequados para o piso, eliminação de barreiras e obstáculos e posicionamento adequado de mobiliário urbano e vegetação.
A NBR 9050:2004 não especifica o uso de materiais. Porém, na cidade de São Paulo, o Decreto nº 45.904, visando a construção de passeios duráveis e mais seguros aos pedestres, estabeleceu para as calçadas um padrão arquitetônico baseado nos seguintes sistemas construtivos à base de cimento:
Em geral, essa responsabilidade cabe ao proprietário do imóvel. Os moradores, comerciantes e industriais são responsáveis também pela limpeza das calçadas em frente a seus imóveis e estabelecimentos.
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